
24 outubro 2009
Zoológico de Gaza usa burros pintados para substituir zebras mortas

16 outubro 2009
Emigrante português em França estava morto em casa desde 2007
Por Redacção
Esta segunda-feira os bombeiros de uma localidade nos arredores de Paris encontraram o cadáver de José Gomes Macedo, de 62 anos. As autoridades calculam que o emigrante, natural de Vila Verde, estaria morto há já dois anos.
Segundo relata o jornal ‘Le Parisien’, o corpo de José Gomes Macedo estava «literalmente mumificado», quando foi descoberto. «Parecia uma múmia, ou um esqueleto», afirmaram. O grau de decomposição do corpo era tão avançado que a sua identificação só foi conseguida através do número da sua prótese auditiva.
«Há mais de um ano que não o víamos e sentimos um mau cheiro inacreditável», revelou um dos vizinhos.
Tendo em conta a correspondência, que se encontrava por abrir desde 2007, e a existência de um iogurte datado do mesmo ano, as autoridades deduzem que o óbito tenha tido lugar há dois anos.
Apesar disso, o pagamento da renda do apartamento foi pontualmente cumprido, graças à ordem de pagamento automático.
Os restos mortais de José Gomes Mendes foram encaminhados para o Instituto de Medicina Legal de Garches, em Hauts-de-Seini, onde terá lugar a autópsia do cadáver.
Tirado deste site, português. rs
A pergunta óbvia: NINGUÉM dos vizinhos pensou que o mau cheiro e a ausência podiam significar mais do que a falta de limpeza? rs
E o melhor de tudo: nem na morte ele se atrasou no aluguel! Prevenção é isso, rs
08 outubro 2009
Supositório-bomba é nova arma da Al -Qaeda, diz 'Figaro'
Um documento dos serviços antiterror da França, obtido pelo jornal Le Figaro, revela que a rede Al-Qaeda estaria utilizando explosivos introduzidos como supositórios no interior do corpo para cometer atentados suicidas.
Segundo informações obtidas pela Direção Central de Informação Doméstica, o novo serviço antiterror criado na França, e pela Unidade de Coordenação da Luta Antiterror, a organização extremista já cometeu um atentado desse tipo na Arábia Saudita em agosto passado.
Por meio de um telefone celular, Abul Khair, ativista islâmico detido pelas autoridades sauditas, detonou uma explosão diante do príncipe Mohammed bin Nayef, responsável pela luta contra o extremismo no país.
O príncipe conseguiu escapar do atentado, reivindicado oficialmente pela rede Al-Qaeda. Já o suicida teve o corpo despedaçado em mais de 70 pedaços.
Risco para aviões
As investigações revelaram que o ativista islâmico não usava explosivos amarrados em um cinto, como ocorre normalmente. Ele carregava a bomba no interior de seu corpo, algo até então inédito, ressaltam os especialistas franceses.
"Explosivos ingeridos, ou melhor introduzidos como um supositório, ou seja, indetectáveis", diz a nota oficial francesa enviada ao ministro do Interior, Brice Hortefeux, e revelada pelo jornal Le Figaro.
Segundo os serviços franceses, esse novo modo de operação para cometer atentados representa um desafio para as atuais estruturas de segurança, principalmente no que diz respeito nos controles de embarque em aeroportos.
O esquema de segurança nos aeroportos não dispõe de meios de controle generalizado de todos os passageiros para detectar explosivos escondidos dessa forma.
"Nossas plataformas aéreas são equipadas com detectores de metais. Mas no caso do kamikaze saudita, somente um exame de raio X teria permitido detectar o explosivo", diz um policial especializado nesse tipo de operação ao jornal.
'Raio X seria Impensável'
O Le Figaro afirma que os conselheiros do ministro francês do Interior dizem ser "impensável" generalizar a utilização de raios X para permitir o embarque nos aviões.
Especialistas da polícia técnica evocam a possibilidade de controlar o sistema de detonação, ou seja, o telefone celular que envia o sinal da explosão por frequência de rádio.
O jornal questiona se passaria a ser necessário "entregar os celulares à tripulação do avião, que os devolveria após o voo".
O governo francês quer reforçar o controle de passageiros de companhias aéreas e estuda a possibilidade de obrigar as empresas a fornecer dados mais detalhados já no momento da reserva das passagens de voos com origem fora da Europa.
As companhias poderão ter de informar os modos de pagamento, endereço do passageiro e do hotel onde ele se hospedará na França.
Esse sistema já é aplicado para passageiros de países como Irã, Paquistão, Síria, Iêmen, Argélia e Mali.
(UOL)
05 outubro 2009
Cão é salvo no Japão após ficar com roda entalada na cabeça

O cachorro não tinha identificação e deve ter entre sete e oito anos de idade. O animal foi levado para um abrigo da cidade japonesa e será colocado para adoção. De acordo com a imprensa, mais de 50 pessoas já mostraram interesse em adotá-lo.